sábado, 17 de março de 2007

Uma garrafa de vinho
Dedilhadas de violão
Num quarto escuro, sozinho
Um poeta e seu violão

Não há pra ele melhor lugar
Para suas loucas criações
A bela morte, a despertar
As mais diversas sensações

Diz ele:- que posso esperar eu?
Neste mundo de destruição
Sem amor, nem pra chamar de meu

E com indiferente coração
Pergunta, olhando pra Deus
- Será que tens sempre razão
?

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